Interpretei este trecho da peça de Cláudia Barral em 2007, durante um evento de minha cidade natal, chamado “Paletada”. Não me lembrava disso até ontem, quando peguei a peça “O Cordel do Amor Sem Fim” na biblioteca para ler e me surpreendi com uma impressão de que “já conheço esse texto”.
Cláudia venceu o Prêmio Funarte de Dramaturgia de 2003 na região nordeste com esta dramaturgia e este é um trecho bem do início da peça, um dos mais belos e verdadeiros. Corram para a biblioteca! Ou apertem logo o play!
Ordem das Músicas:
Yellow – Yann Tiersen
Narração/ Edição: Alan Villela



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